
A Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (14), a apreensão de mais de 2,7 toneladas (2.760 quilos) de cocaína durante uma operação realizada neste mês a menos de 145 quilômetros da costa de Cartagena, na Colômbia. A ofensiva marítima resultou na prisão de nove indivíduos e na interceptação de uma carga ilícita avaliada em US$ 45,8 milhões.
A ação tática foi executada pela tripulação do navio Tahoma, que abordou três embarcações suspeitas de forma simultânea. Para a operação, as autoridades mobilizaram duas lanchas e um helicóptero do esquadrão tático de apreensão. Diferentemente da estratégia de ataques aéreos a lanchas rápidas adotada desde setembro de 2025, por ordem do presidente Donald Trump, desta vez os oficiais priorizaram ordens de parada.
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Durante o cerco, uma das embarcações não acatou a ordem de parada. Em resposta, os agentes norte-americanos efetuaram disparos a partir do helicóptero contra os motores do veículo. A manobra forçou os narcotraficantes a pularem no mar, onde foram posteriormente resgatados pelos oficiais e detidos.
Em comunicado, o governo norte-americano destacou que a interceptação impediu que aproximadamente 2,3 milhões de doses consideradas "potencialmente letais" do entorpecente fossem distribuídas nas ruas do país.
A Guarda Costeira informou ainda que, ao longo do ano de 2025, o órgão registrou a apreensão de mais de 231,7 toneladas de cocaína, volume que representa mais do triplo da média anual histórica. O relatório oficial da corporação aponta que 80% das apreensões de drogas destinadas aos Estados Unidos são realizadas em território marítimo.
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