
Morreu nesta sexta-feira (17/4) Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro. O ex-jogador tinha 68 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada.
O ex-atleta estava em casa quando passou mal e precisou ser levado às pressas ao Hospital Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na zona oeste de São Paulo. Pouco depois, a morte foi confirmada pela família. Ainda não há informações sobre velório e enterro.
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Oscar lutou por mais de 15 anos contra um tumor cerebral. Em nota, a família destacou a forma como ele enfrentou a doença, ressaltando sua coragem e resiliência ao longo do tratamento. A despedida do ex-jogador será restrita aos familiares.
“É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou, com coragem, dignidade e resiliência, a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.”
Nascido em Natal, em 16 de fevereiro de 1958, Oscar iniciou a carreira no Palmeiras, em 1974. Depois, passou pelo Sírio, onde foi campeão mundial, e pelo América-RJ. Em 1982, seguiu para a Itália, retornando ao Brasil apenas em 1995, quando atuou pelo Corinthians.
Conhecido como “Mão Santa”, ele foi durante anos o maior cestinha da história do basquete mundial, marca posteriormente superada por LeBron James. No último dia 8 de abril, foi eternizado no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em premiação recebida por seu filho, Felipe Schmidt.
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